Sexta-feira, 22 de Abril de 2005

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publicado por anafilipaafonso às 21:46
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Hoje...


Hoje invadiu-me uma profunda tristeza,


Sinto-me vazia, sem forças, cansada,


Não sinto a vida, só sinto fraqueza,


Sinto-me tão amorfa que não me apetece fazer nada,


Penso que começo a sentir saudades de ti,


Mas tenho que ser forte e continuar o que comecei,


Pois apesar de poder parecer, eu em nada te esqueci…


Continuas a ser aquele que amo e sempre amei.


Mas a tua frieza acabou por fechar o meu coração,


Congelou o meu amor num sono profundo,


Mas ele ainda existe, não penses que não,


Tu continuas a ser a minha vida, o meu mundo,


Mas não posso continuar a rastejar,


Não me posso magoar mais do que já fui magoada,


Já sofri tanto, não sei como até hoje consegui aguentar,


Talvez por estar por ti tão apaixonada…


Mas fazes-me falta, sinto-me tão sozinha desde que tudo isto começou,


Desde que encaminhamos neste sentido


Que me sinto tão triste, pois por vezes parece que tudo acabou,


E o meu coração fica tão carente, tão perdido…


Por vezes parece que nada somos em conjunto,


Parece até que não temos qualquer passado,


E eu já estou tão farta de sofrer com este assunto,


Quem me dera que este pesadelo já tivesse acabado


E que entre nós voltasse a ficar tudo em harmonia,


Que já tudo tivesse voltado ao normal e que tivéssemos bem,


Que entre nós tudo voltasse a ser amor, confiança, alegria,


Pois sem ti, sinto que estou sozinha, que não tenho ninguém,


Tu és tudo na minha vida,


Amo-te como amo a minha vida em si,


Sem ti vaguei-o por este mundo completamente perdida…


Acredita que nunca na vida assim me senti…


Mas tenho que ser forte e continuar em frente,


Não posso deitar tudo a perder agora,


Pode ser a última oportunidade de resolver tudo definitivamente,


Só espero que se resolva por bem, e não que para sempre te vás embora…


Mas hoje estou assim, tão nostálgica, tão pensativa,


Pensando na vida e em tudo o que tem acontecido,


Sinto-me tão desmoronada, não me consigo sentir viva,


Sinto o meu coração tão enfraquecido,


Tão cansado de fingir que não se importa, que não quer saber,


Custa tanto agir assim quando tudo o que quer é estar ao lado do teu,


Revolta-se tanto dentro do meu peito, por tentar entender,


(Sem no entanto conseguir) o que nos aconteceu?


Espero que tudo isto resulte, pois se te perder


Sentirei profundamente a tua ausência por tanto te amar,


Mas se tal acontecer, nunca te esqueças que nunca te irei esquecer,


E que se quiseres voltar em estarei aqui no mesmo lugar…


 

publicado por anafilipaafonso às 21:36
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Terça-feira, 19 de Abril de 2005

Obrigada...


  Por vezes uma tarde de pura diversão com os amigos, pode por momentos fazer esquecer as amarguras da vida, obrigada amigos...Principalmente a uma pessoa em especial que, mesmo conhecendo-me há pouco tempo demonstrou tanta atenção e afecto, obrigada por me ouvires e por me ajudares neste momento tão difícil da minha vida, não sabes o bem que me fazes, obrigada por tudo...


   Há sempre um lado bom nas coisas más, e esta má fase da minha vida, para além dos problemas e de todas as tristezas e amarguras, trouxe também um grande amigo, sei que ganhei um amigo que estará lá sempre que precisar e que nunca me deixará mal, obrigada por existires e encheres a minha vida com o sol da tua amizade, pois com isso conseguiste aquecer um pouco este meu coração que começava a congelar de tanta tristeza, obrigado...  

publicado por anafilipaafonso às 18:25
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Domingo, 17 de Abril de 2005

Sem ti nada sou a não ser miserável…


Vagueando pela cidade descobri,


Algo que me entristeceu e que é lamentável,


Descobri que nada sou sem ti,


Nada sou a não ser miserável…


Descobri que estou sozinha nesta vida,


Que não tenho ninguém para além de ti para me amparar,


Que sem ti a meu lado deambulo pelo mundo perdida…


Por quanto mais tempo irá isto continuar?


Sinto que temos os dias contados na nossa relação,


Isto causa-me tanta insegurança,


Fico sem saber se hei-de desabafar contigo ou não?...


Será que ainda existe alguma esperança? …


Não sei, já não sei nada!


Tornei-me ignorante nos braços da incerteza!


Tornei-me cega por ter a alma tão magoada!


Tornei-me miserável nas garras da tristeza! ...


Nada sou sem ti, sem o teu amor…


Sinto-me tão perdida sem os teus passos para me guiar,


Sinto dentro do meu peito, quase a rebentar, uma tão grande dor,


Quanto mais tempo as minhas forças irão aguentar?


 Sinto-me a desvanecer aos poucos, lentamente,


Sinto-me a morrer à medida que o tempo vai passando,


E a esperança de renascer que vejo, vejo-a no escuro, vagamente…


Mas aqui me mantenho, e com as poucas forças que me restam, vou lutando


Para sobreviver mais um instante,


Mas sinceramente, não sei quando mais tempo consigo andar assim…


Tu para mim és tão importante,


Tu és a própria vida para mim!...


Vem, fica comigo, diz-me que tudo vai melhorar,


Diz-me que vamos ser felizes como fomos no passado,


Diz-me que queres para sempre a meu lado ficar


E eu dir-te-ei (como tenho dito tanta vez) que por mim para sempre serás amado…


Vem, fica, acaba com este meu sofrimento…


Ama-me como um dia me amaste, sem mentiras, sem segredos...


Volta, e acaba de vez com o meu tormento…


Ama-me como se não houvesse amanhã, sem fronteiras, sem medos…


Pois sem ti vagueio sozinha nesta cidade de solidão,


Sem ti percorro a vida sem um porto de abrigo confortável,


Deambulo perdida neste mundo de perdição,


Sem ti não sou nada, a não ser miserável…


 

publicado por anafilipaafonso às 19:37
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Revoltada


Sinto-me tão revoltada!


Revoltada com o mundo com a vida!


Que vida é esta que me deixa sempre magoada?


Que me deixa sempre sozinha, perdida!


Sinto uma tão grande tempestade dentro de mim!


Sinto a alma a correr dentro de mim furiosamente!


Porque tem isto de ser assim!


O meu coração está a morrer lentamente...


Sinto-me tão incapaz, tão miserável!


Tão atraiçoada, abandonada!


Revolto-me comigo mesma e com aquilo que sou,


Porque tenho que existir, se eu própria sinto que não sou nada?


Tudo aquilo que um dia sentir ser, partiu, acabou!...


Pergunto-me a mim própria que faço aqui?


Pois perdi todo o propósito de existir, toda a razão de ser,


E sabes porquê? Porque sinto que para sempre te perdi...


E tu eras a minha amarra, aquele que me impedia de morrer...


Já não tenho vida, deambulo perdida por este caminho que me foi traçado,


Sozinha, triste, perdida, magoada!...


Porque me foi entregue à nascença este triste Fado?


Sinto-me tão revoltada!


Por um lado porque acho injusto tudo o que nos está a acontecer,


Nós amávamo-nos tanto, parecia ser tudo tão certo no meu coração!


E por outro porque acredito que tudo tem uma razão de ser


E por mais que tente não consigo perceber qual a razão!


Quando irá tudo isto terminar?


Quero descansar, quero estar em paz comigo, contigo, com o mundo, com a vida,


Quando irá esta revolta, esta tempestade acabar?


 Quero-me reencontrar nos teus braços, não quero continuar perdida...

publicado por anafilipaafonso às 15:39
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